Diario del proyecto Desafio da Natureza Urbana 2021: Brasília e Região, Brasil

11 de mayo de 2021

Desafio da Natureza Urbana 2021 - Brasília/RIDE - Agradecimento e algumas reflexões

Primeira observação do projeto

Philomycus flexuolaris (a confirmar)

Observado por @marianagouveia

31/04/2021 às 01:37






Caros,


mesmo nas condições atuais de restrições sanitárias, a contribuição de Brasília e RIDE no CNC 2021 foi um grande sucesso, especialmente pela participação de escoteiros do DF. Uma grata surpresa, tanto em número de observações quanto em identificações de espécies. Ainda assim, quero fazer algumas ponderações com um olho no futuro, afim de refletirmos sobre vários aspectos desta e de outras bioblitzes:


1. Foi ventilada em um grupo whatsapp do qual participo a criação de uma bioblitz brasileira, o que acho potencialmente muito interessante. Pessoalmente, gostaria que ela não venha a ter o caráter competitivo ainda presente nos Desafios da Natureza Urbana, o que faz com que ocorram observações superficiais de seres “ao gosto de todos” (icônicos) ou muito fáceis de serem encontrados, não contribuindo para a “documentação” mais extensa da biodiversidade existente. Claro que muitos apreciam um “ranking” mas, no caso das bioblitzes do iNat, apenas a quantidade de observações me parece muito pouco face à dimensão potencial da ciência cidadã. Explico: se o sistema de pontuação levasse em consideração outros critérios relevantes no processo mais abrangente de preservação da biodiversidade, poderíamos ver resultados mais interessantes na massa de dados coletada em cada localidade. Exemplos de pontuações que me ocorrem agora:

a) Observação de espécies raras ou ameaçadas;

b) Qualidade das fotos em termos de apresentação de caracteres relevantes para a identificação (dorsal, lateral, ventral, folhas frente-e-verso, flores, frutos – em função do organismo observado);

c) Quantidade de observações identificadas pelo próprio observador e confirmadas por curadores ou especialistas;

d) Descrição de interações entre espécies. Ex: lagartas se alimentando de determinada planta, em duas observações “ligadas”, e outras.


2. Considero importante angariar o máximo de apoio de instituições brasileiras (ICMBio, IBAMA, EMBRAPA, IBICT-Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, SBPC-Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, universidades públicas e privadas, ONGs, qualquer uma ou todas). Também creio ser importante descobrir/criar contatos em veículos de comunicação (TVs públicas e privadas, rádios, jornais) afim de, sistemática e periodicamente, difundirmos eventos e espaços de interesse, ações diversas (limpeza de áreas, mutirões para coleta de sementes, replantio de árvores, etc) e apresentação de resultados;


3. Penso que a criação de materiais de apoio (boletins descrevendo espécies em linguagem comum, técnicas de uso das ferramentas iNat, wikis, guias de campo, etc), em Português, seria de muito valor. Também considero importante conseguirmos a participação de professores que podem se tornar uma boa fonte de adesões para o iNat e para as bioblitzes. O iNat, através do seu fórum vem coletando contribuições sobre como os educadores (estadunidenses, neste caso) fazem uso das ferramentas iNat em salas de aula. Seria ótimo se desenvolvessemos ferramentas ajustadas à nossa realidade, não?


Por fim, agradeço a todos que contribuiram com o projeto, tendo aderido ou não, e deixo o convite para continuarem observando a natureza e participando da identificação dos organismos já observados, próprios ou de terceiros. Estou à disposição para auxiliar no que for possível e peço que façam os seus comentários (sugestões, críticas, dúvidas) aqui no projeto afim de mantermos uma memória para os próximos eventos.


Um abraço em todos.


Douglas



Última observação do projeto

Família Crassulaceae (a confirmar)

Observado por @joao_victor_souza

03/05/2021 às 23:19

Ingresado el 11 de mayo de 2021 22:57 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

4 de mayo de 2021

Identificando observações no iNaturalist (Windows)


Use os sinais > e < na linha de base para movimentar os slides.

Ingresado el 4 de mayo de 2021 21:48 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

25 de abril de 2021

Lagartas urticantes


Use os sinais "maior" e "menor" na linha de base para movimentar os slides.

Ingresado el 25 de abril de 2021 14:46 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

6 de abril de 2021

4 de abril de 2021

Lagartas de lepidópteros - Predação e defesa

Algumas referências bibliográficas, científicas ou não

Segundo o Dicionário Houaiss, o termo lagarta corresponde à “primeira fase dos insetos lepidópteros até a metamorfose em crisálida”. A wikipedida fornece algumas definições e explanações importantes, inclusive sobre os diversos mecanismos de defesa destes insetos, neste estágio de vida.

Em sua tese de doutorado, Neuza Aparecida Pereira da Silva avalia a Diversidade e variação na abundância de recursos e biologia de imaturos de Eumaeini (Lycaenidae, Theclinae) em plantas do Cerrado. No Capítulo II ela aponta que essas lagartas são solitárias, com o corpo sem cerdas longas ou pontiagudas, se alimentando de “botões, flores e eventualmente de folhas e frutos”, tendendo a se camuflarem na planta hospedeira. Algumas espécies apresentam comportamento de troca (simbiose) com formigas, consistindo basicamente no fornecimento, pelas lagartas, de “recompensas calóricas” em troca de proteção. Entre outras estratégias de defesa apresentadas por certas espécies nesta tribo, está a de saltar pendurando-se em um fio de seda. Um tipo de "bungee jumping" animal.

Outra pesquisadora egressa da UnB – Universidade de Brasília – é Cintia Lepesqueur, co-autora juntamente com Laura Braga, Ivone Diniz, Neuza Silva e Helena Morais, do livro Lagartas do Cerrado, um guia de campo obrigatório para interessados no assunto. O guia apresenta características, comportamentos, dietas, plantas hospedeiras, abundância relativa e distribuição temporal, além de fotos das fases larvais e adulta de 26 famílias de lepidópteros.

Entre as muitas táticas de defesa das lagartas, vale ressaltar, como curiosidade, a dos bichos-do-cesto (Psychidae) que se equivalem, de certo modo, a caranguejos-ermitões terrestes, mas que constroem o seu próprio abrigo com seda e fragmentos da planta onde se hospedam. Também merece destaque, por suas propiedades urticantes, as lagartas-cachorrinho (Megalopygidae), entre outras famílias, conforme consta do Manual de Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos da FUNASA – Fundação Nacional de Saúde/MS.

Identificando lagartas, pupas e ovos

Uma boa estratégia para se identificar lagartas corretamente é acessar a página de informações sobre taxa do iNat, especialmente se se sabe a qual grupo (superfamília, família, tribo ou gênero) o organismo pertence. Funciona para qualquer nível taxonômico mas taxas anteriores à “Família” podem retornar um volume de observações excessivo para uma boa comparação visual. Clique no símbolo “>” na barra inferior esquerda da imagem abaixo para ver outros slides.

Finalmente, o livro Mariposas Polinizadoras do Cerrado, de José Amabílio Camargo, publicado pelo EMBRAPA Cerrados, é fonte de informações preciosas sobre a família Sphingidae (adultos). Não consegui localizar pontos de venda mas pode-se baixá-lo em arquivo pdf.

Ingresado el 4 de abril de 2021 16:41 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

18 de marzo de 2021

Mimetismo e camuflagem em Mariposas

Mimetismo

Jadranka Rota e David L. Wagner conduziram um estudo (em inglês) que demonstra a ocorrência de mimetismo em mariposas do gênero Brenthia. O resumo do trabalho informa: “… relatamos evidências de um caso de mimetismo em que mariposas metalmark do gênero Brenthia imitam aranhas saltadoras, um de seus predadores. Em testes controlados, Brenthia teve taxas de sobrevivência mais altas do que outras mariposas de tamanho semelhante na presença de aranhas saltadoras e estas responderam à Brenthia com exibições territoriais, indicando que eram, às vezes, confundidas com aranhas saltadoras em vez de serem reconhecidas como presas...”

Um cientista brasileiro, Felipe Amorim, biólogo e professor de ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), propôs uma nova hipótese de mimetismo além das quatro aceitas atualmente.

Ele estudou a relação entre polinização no Cerrado e mariposas esfingídeas do gênero Aellopos (como esta A. Titan em foto de Carlos A. S. Correia). Felipe verificou a semelhança entre essas e beija-flores, especialmente do gênero Lophornis (na imagem, um L. Chalybeus fotografado por Ben Tavener), findando por publicar, em 2020, este artigo (em inglês). A nova hipótese seria, então, um tipo de mimetismo onde uma espécie imita uma outra sem relação direta com ela afim de se proteger dos seus predadores naturais (aves insetívoras, neste caso, que confundem a mariposa (reino Insecta) com outra ave (reino Animalia).

Existem muitos outros casos de mimetismo envolvendo alterações morfológicas externas em mariposas. Lagartas da espécie Eumorpha labruscae se parecem com cobras. Também já foi identificado um tipo de mimetismo acústico onde algumas espécies de mariposas-tigre desenvolveram a capacidade de “informar” a certos morcegos insetívoros que não são palatáveis.

Camuflagem

Por outro lado, um sem número de espécies de mariposas adotam a camuflagem como forma de proteção contra predadores. Muitas se parecem com troncos, galhos, folhas verdes ou secas. Algumas têm olhos desenhados nas asas o que as torna “parecidas” com corujas aos olhos dos seus predadores.

Comportamento evasivo

Muitas mariposas possuem o corportamento peculiar de fugir de predadores ou de perturbações ambientais voando e pousando na parte de baixo de folhas. As do gênero Herpetogramma, geralmente minúsculas, frequentam gramados de todo e qualquer jardim, sendo exímias em se esconder por trás das folhas estreitas das gramíneas

Abaixo alguns exemplares deste grupo taxonômico.

Ingresado el 18 de marzo de 2021 12:50 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

15 de marzo de 2021

Lepidópteros - Espécies miméticas ou visualmente similares

O iNaturalist tem um volume significativo de observações erroneamente identificadas. Como é uma comunidade composta por pessoas com variados graus de conhecimento e, também, por ser um sistema baseado principalmente em registros fotográficos, é frequente a ocorrência de tais erros. Adicionalmente, muitas espécies são morfologicamente parecidas e confundem os observadores e identificadores.

Uma outra causa vem do próprio software de reconhecimento “visual” do iNat (Inteligência Artificial) que não considera, ainda, a região geográfica da observação na filtragem das espécies de ocorrência potencial. O mecanismo de sugestão de espécies, além disso, quando “reconhece” algo, afirma “ter certeza” de ser um táxon determinado. Assim, é desejável que os usuários pesquisem no próprio iNat ou em fontes externas se a espécie sugerida realmente está presente no Estado ou no bioma onde o “ser” foi observado.

Entre os lepidópteros – e outros grupos taxonômicos - ocorrem muitos casos de aparente similaridade morfológica ou de mimetismo. Este último é uma estratégia evolutiva bem descrita por este artigo wikipedia.

Neste boletim apresentarei algumas espécies de ninfalídeos e papilionídeos que, em função de características morfológicas, confundem usuários com olhos “menos treinados”.

O título das imagens abaixo pode ser clicado e mostrará dados adicionais sobre a espécie na página do táxon no iNaturalist (mapa de distribuição, classificação taxonômica, outras espécies similares, etc). Altere o filtro da localidade e o mapa mostrará as observações na área selecionada. Clicando sobre a imagem, todas as observações existentes na base dados do iNaturalist para o Cerrado serão apresentadas, quer estejam em Grau de Pesquisa ou ainda necessitem de identificação/confirmação. Nos comparativos entre espécies, miméticas ou não, a abrangência geográfica poderá ser o Brasil, caso envolva espécies de biomas diferentes.

Para simplificar, considerarei os grupos seguintes como sendo de "padrão mimético", ainda que, rigorosamente falando, possam não ser formados por uma espécie "modelo" e uma ou mais borboletas "mímicas".

Espécies do padrão mimético "besckei"

Heliconius besckei

Distribuição: Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e em toda a Região Sul até o norte da Argentina.

Heliconius erato phyllis

Distribuição: desde o México até a Argentina.

Eresia lansdorfi

Distribuição: Brasil, nordeste da Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru.

Espécies do padrão mimético "ethilla"

Heliconius ethilla narcaea

Distribuição: entre Alagoas e o Rio Grande do Sul até o Paraguai.

Mechanitis polymnia casabranca

Distribuição: centro, sudeste e sul do Brasil.

Mechanitis lysimnia lysimnia

Distribuição: sul do México até o Uruguai.

Placidina euryanassa

Distribuição: sudeste do Brasil até o Uruguai e nordeste da Argentina.

Espécies do padrão mimético "Danaus"

Danaus erippus

Distribuição: Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia, Chile e sul do Peru.

Danaus gilippus

Distribuição: sul dos EUA, América Central, América do Sul, trópicos e regiões temperadas da África e Asia.

Danaus plexippus

Distribuição: Nativas da América do Norte e do Sul, têm ampla distribuição nas Américas e também foram reportadas na Nova Zelândia e Austrália. No Brasil estão presentes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Limenitis archippus

Distribuição: EUA e partes do Canadá e México.

Espécies do padrão mimético "Ithomiine"

Gênero Ithomia

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Oleria

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Aeria

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Napeogenes

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Siderone galanthis X Callicore sorana

Distribuição S. galanthis: Brasil, Colombia, Cuba, México, Hispaniola (Ilha de São Domingos), Suriname, Trinidade e Tobago.

Distribuição C. sorana: Caatinga, Cerrado e da Bolívia até a Argentina.

Papilio anchisiades X Parides anchises

Distribuição P. anchisiades: Desde o sul do Texas, EUA até a Argentina.

Distribuição P. anchises: Sul do México, Panamá, norte da Colômbia, do oeste da Venezuela até Trinidade descendo até o Brasil central e Paraguai.

Espécies Actinote

Gênero Actinote

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

O gênero Actinote tem várias espécies bastante similares entre si. Vale citar: A.pellenea, A. carycina, A. discrepans e A. melanisans, entre outras. Nem todas ocorrem no Cerrado mas, clicando na imagem abaixo, um quadro geral das espécies citadas será mostrado para o Brasil, permitindo a comparação entre elas. Não pude fazer isto diretamente neste artigo por falta de imagens próprias e/ou licenciadas por Creative Commons para as duas últimas espécies.

Actinote parapheles

Distribuição A. parapheles: Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Paraguai.

Actinote pellenea X Actinote carycina

Distribuição A. pellenea: Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Distribuição A. carycina: Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grand do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraguai e Argentina.

Vários padrões miméticos de outras famílias de Lepidópteros não foram apresentados aqui, inclusive em outros estágios de vida. No entanto, este artigo já está muito longo e, oportunamente, escreverei outros abordando Pieridae, Hesperidae, Nymphalidae e mariposas, além de lagartas.

Não sendo um especialista em nenhum dos assuntos aqui tratados, peço a colaboração da comunidade (críticas, sugestões, ideias, fontes, autorizações para uso de imagens, etc) para dar continuidade na escrita de artigos que possam, espero, auxiliar na identificação das espécies observadas.

Ingresado el 15 de marzo de 2021 17:12 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

9 de marzo de 2021

Guias de espécies - Nymphalidae - Satyrinae

Subfamília Satyrinae

De acordo com o projeto Tree of Life (em inglês), “Satyrinae agora inclui Morphini, Brassolini e Amathusiini, táxons que anteriormente eram considerados subfamílias ou mesmo famílias por direito próprio. A família é ampla, com representantes que vão do Ártico à Terra do Fogo e ocorrendo em todos os continentes, exceto na Antártica. A preponderância da diversidade é tropical. Todas as sátiras têm larvas com "caudas" bífidas, a maioria se alimentando de monocotiledôneas. Os adultos freqüentemente apresentam manchas oculares grandes na superfície ventral e às vezes dorsal das asas.

A hipótese filogenética mostrada aqui é tem por base o cladograma baseado na sequência de DNA de Peña et al. (2006), e em resultados não publicados (Wahlberg e Brower). As relações dentro e entre as várias tribos e subtribos ainda estão em alto grau de fluxo, embora os resultados recentes mostrem que muitos táxons identificados na última revisão abrangente do grupo (Miller 1968) não são grupos naturais.”

A subfamília é composta por nove tribos e dois gêneros: Amathusiini, Brassolini, Dirini, Elymniini, Haeterini, Melanitini, Morphini, Satyrini, Zetherini e os gêneros Boeberia e Elymniopsis.

As imagens neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

Os nomes das tribos na lista abaixo são links para a página geral própria onde se poderá acessar observações, o mapa de distribuição geográfica, a classificação taxonômica, espécies semelhantes e outras informações. O nome da tribo sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para a tribo, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo).

Tribos e Gêneros de Satyrinae (Nymphalidae, Papilionoidea) representados neste boletim:

Brassolini

Elymniini

Morphini

Satyrini

Brassolini (Nymphalidae)

Elymniini (Nymphalidae)

Morphini (Nymphalidae)

Satyrini (Nymphalidae)



Ingresado el 9 de marzo de 2021 12:37 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

8 de marzo de 2021

Guias de espécies - Nymphalidae - Nymphalinae

Subfamília Nymphalinae

De acordo com o projeto Tree of Life (em inglês), “Nymphalinae compreende cerca de 500 espécies distribuídas ao redor do mundo. Várias espécies do grupo têm sido estudadas intensamente, como Euphydryas, Melitaea, Junonia e Polygonia. A divisão territorial de Nymphalinae tem desfrutado de uma história dinâmica, pois vários autores consideraram vários grupos de espécies para representar a centralidade na subfamília. A circunscrição atual foi parcialmente sugerida por Harvey (1991) e Wahlberg et al. (2005), resultando na inclusão de Coeini na subfamília. As plantas hospedeiras de Nymphalinae estão, principalmente, nas famílias Urticaceae, Asteraceae, Acanthaceae, Plantaginaceae e Scrophulariaceae.

Wahlberg (2006) usou evidências fósseis e dados moleculares para chegar a uma idade de cerca de 65 milhões de anos para a subfamília (sem incluir Coeini, que ainda tem problemas de classificação). Esta idade é surpreendentemente antiga (acredita-se que a idade das borboletas tenha cerca de 70 milhões de anos), mas sugere que o grande evento de extinção na fronteira do Cretáceo / Terciário (mais conhecido pelo ponto no tempo em que os dinossauros foram extintos) teve um efeito significativo na evolução das borboletas."

A subfamília é composta por seis tribos e um gênero: Coeini, Junoniini, Kallimini, Melitaeini, Nymphalini, Victorinini o gênero Prodryas (extinto).

As imagens neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

Somente a tribo Kallimini não apresenta ocorrências observadas no iNaturalist, no Planalto Central, até a data de publicação deste boletim. Se pode mudar os filtros de busca em qualquer dos links apresentados, e alcançar qualquer região do planeta a qualquer tempo.

Os nomes das tribos na lista abaixo são links para a página geral própria onde se poderá acessar observações, o mapa de distribuição geográfica, a classificação taxonômica, espécies semelhantes e outras informações. O nome da tribo sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para a tribo, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo).

Tribos e Gêneros de Nymphalinae (Nymphalidae, Papilionoidea) representados neste boletim:

Coeini

Junoniini

Kallimini

Melitaeini

Nymphalini

Victorinini

Coeini (Nymphalinae)

(Foto 1 by bayucca, 2 by Allan Hopkins)

Junoniini (Nymphalinae)

Kallimini (Nymphalinae)

(Foto 3 by gailhampshire)

Melitaeini (Nymphalinae)

(Fotos 1 e 2 by chausinho)

Nymphalini (Nymphalinae)

(Foto 3 by Adam J Skowronski)

Victorinini (Heliconiini)

(Foto 3 by José Roberto Peruca)

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Ingresado el 8 de marzo de 2021 19:45 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

7 de marzo de 2021

Guias de espécies - Nymphalidae - Limenitidinae

Subfamília Limenitidinae

De acordo com a wikipedia (em inglês), “os Limenitidinae são uma subfamília de borboletas que inclui almirantes e relativos. Os nomes comuns de muitas espécies e gêneros fazem referência a patentes militares ou - nomeadamente os Adoliadini – a títulos de nobreza (por exemplo, conde, duque, barão e marquês), em referência ao grande tamanho destas borboletas, seus padrões ousados e voo arrojado. Em particular, a faixa de luz que atravessa as asas de muitos Limenitidini lembrava, aos autores antigos, as marcas de ombro e dragonas de oficiais (por exemplo, almirante, comandante, comodoro, etc). Em voo, muitas dessas borboletas têm o hábito de bater as asas de um modo que o lado superior – geralmente brilhante - e o lado inferior se alternam para o observador, pois planam por longas distâncias com as asas imóveis estendidas. Os nomes comuns de alguns Limenitidinae, como ‘aviões’ ou ‘planadores’ - referem-se a este padrão de voo".

A subfamília é composta por quatro tribos e três gêneros: Adoliadini, Limenitidini, Neptini, Parthenini, Lamasia, Neurosigma e Patsuia.

Optei por apresentar apenas exemplares do gênero Adelpha, único com registros na América do Sul na base de dados iNaturalist. Clique aqui para ver uma lista de todas as espécies do gênero no Brasil, inclusive espécies ainda não observadas. Se pode mudar os filtros de busca em qualquer dos links apresentados, e alcançar qualquer região do planeta a qualquer tempo.

As imagens neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

As duas únicas espécies presentes no Brasil para este gênero são A. cytherea e A. iphiclus

Clicando sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para as subespécies, se estiverem identificadas, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo), quando anotado na observação.

A. cytherea

A. iphiclus

(Fotos 1 by Charles J Sharp e 2 by Andrew Neild)

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Ingresado el 7 de marzo de 2021 23:19 por douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comentarios | Deja un comentario

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